RELATO DE EXPERIÊNCIA: MATERNAMENTE — INTERVENÇÃO E COMUNICAÇÃO EM SAÚDE MENTAL MATERNA NA PLATAFORMA INSTAGRAM

Autores

  • Janaína Bandeira Universidade Estadual do Ceará (CMEPES/UECE)
  • Jéssica Feitosa Cavalcante Universidade Estadual do Ceará (CMEPES/UECE)
  • Verônica Mendes Frota Gomes Universidade Estadual do Ceará (CMEPES/UECE)
  • Aline Lima Torres Universidade Estadual do Ceará (CMEPES/UECE)
  • Cleide Carneiro Universidade Estadual do Ceará (CMEPES/UECE)

Palavras-chave:

Saúde mental materna, Educação em saúde, Tecnologias digitais, Mídias sociais, Maternidade

Resumo

Este relato de experiência descreve a elaboração e a gestão inicial do perfil digital “MaternaMente” (@maternamente.jvj) no Instagram, desenvolvido por uma equipe multidisciplinar como atividade prática da disciplina Tecnologias da Informação e Comunicação aplicadas ao Ensino, integrante do Mestrado Profissional em Ensino na Saúde. O objetivo do perfil é promover educação em saúde, acolhimento e sensibilização sobre a saúde mental materna no ciclo gravídico-puerperal, desmistificando a romantização da maternidade, estimulando o autocuidado e fortalecendo redes de apoio. Trata-se de um estudo descritivo, de natureza qualitativa, que organizou os conteúdos em eixos de psicoeducação e ferramentas práticas, utilizando carrosséis, reels, stories, enquetes e caixas de perguntas, com base em evidências científicas. No período analisado, o perfil produziu 14 postagens no feed e 24 stories, alcançando 171 seguidores, 4.275 contas, 24,7 mil visualizações e 818 interações, com predominância de mulheres entre 25 e 44 anos e alcance principalmente na cidade de Fortaleza, além de visualizações internacionais. Os resultados evidenciam o potencial do Instagram como ambiente pedagógico e estratégico para a educação em saúde mental materna, favorecendo processos dialógicos, acolhimento das vivências e problematização de dispositivos sociais que produzem sofrimento psíquico. Reconhece-se, contudo, a limitação de se trabalhar apenas com indicadores iniciais de alcance e engajamento, indicando a necessidade de estudos longitudinais que avaliem o impacto dessas intervenções digitais na saúde mental materna.

Biografia do Autor

Janaína Bandeira, Universidade Estadual do Ceará (CMEPES/UECE)

Mestranda em Ensino na Saúde pela Universidade Estadual do Ceará (CMEPES/UECE). Lattes:  http://lattes.cnpq.br/6432369680005239. ORCID: https://orcid.org/0000-0003-3443-8935

Jéssica Feitosa Cavalcante, Universidade Estadual do Ceará (CMEPES/UECE)

Mestranda em Ensino na Saúde pela Universidade Estadual do Ceará (CMEPES/UECE). Lattes http://lattes.cnpq.br/2294908610714878. ORCID: https://orcid.org/0009-0005-8205-9501 E-mail: jessicafeitosac@gmail.com.

Verônica Mendes Frota Gomes, Universidade Estadual do Ceará (CMEPES/UECE)

Mestranda em Ensino na Saúde pela Universidade Estadual do Ceará (CMEPES/UECE). Lattes: http://lattes.cnpq.br/3801631058755066. ORCID: https://orcid.org/0009-0007-3672-6435 E-mail: veronica.gomes@ifce.edu.br.

Aline Lima Torres, Universidade Estadual do Ceará (CMEPES/UECE)

Docente do Mestrado Profissional em Ensino na Saúde pela Universidade Estadual do Ceará (CMEPES/UECE). Lattes: https://lattes.cnpq.br/4953651164226846.ORCID:   https://orcid.org/0000-0002-7764-2058      E-mail: alinamic@gmail.com

Cleide Carneiro, Universidade Estadual do Ceará (CMEPES/UECE)

Docente/Orientadora do Mestrado Profissional em Ensino na Saúde pela Universidade Estadual do Ceará (CMEPES/UECE). Lattes: http://lattes.cnpq.br/7305279180111924.  ORCID: https://orcid.org/0000-0002-7095-1691          E-mail: cleide.carneiro@uece.br

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Publicado

2026-03-31